quarta-feira, 5 de maio de 2010

vermelho

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pranteio lágrimas secas
de meus olhos que o futuro temem
deploro invisiveis gotas
minhas pernas cada vez mais tremem

Simulo minha real tristesa
que meu corpo não afeta
vivo minha Mental tristesa.

Assisto meu choro
testemunho minha falsidade
nós, dissimulados em coro

em minha mais pura rebelião fisica
anarquista, caótica.
meus pensamentos
meus pensamentos se mantes fixos


... pausa


são aqueles meus arrependimentos
dos quais meu corpo agradece
ocultos

Rebelde corpo

enquanto isso, à minha frente
tua face úmida.

a brancura de seus olhos já avermelhada.

a brancura de meus pensamentos já avermelhada.
corrompida
...

e mais nada.
só a promessa.




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