Trabalhava em um supermercado, daqueles bem grandes, daqueles que quase parecem limpos, onde tem peixe quase fresco e onde tudo é quase organizado.
Ele não era bonito, mas, nem tão feio assim. O caixa, digo, não o supermercado.
Sentava em seu posto de trabalho no início da manha e ia embora ao fim da tarde (com um pequeno intervalo ao horário do almoço, no qual, sempre comia a mesma mesma refeição)
Sua fraca condição física (e acadêmica) impedia-o de exercer algum outro emprego.
Algum outro emprego que demandasse mais de sua condição física (e acadêmica), digo.
Era o único.
O único homem entre as outras pessoas no mesmo posto que ele.
Nunca fora bom na proximidade com o sexo oposto.
Sempre fora tímido demais, fechado demais.
Faltava-lhe autoconfiança.
E agora, não tinha nenhum(a) amigo(a) de trabalho.
esse post é só mais uma bela porcaria. que nem os outros dois, que no caderno ficaram bons ... mas aqui ... nem tanto. chego a conclusão, de que uma coisa é escrever em um caderno, com desenhos e jeitinho, e outra é escrever um texto para por no blog. Desculpa. ja já melhoro o conteudo.